janvier 30, 2009

O jogo.

[R. Avedon]

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Brincar ao amor é fingir que se acredita.
Um dia na roleta do coração.
Quando depois se lançam os dados embalam-se outras bocas, outros sexos, outros braços.

O amor: a nossa obra.
Uma perspectiva distorcida de algo inútil confinado à morte.

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6 comments:

Anonyme a dit…

:) ainda bem que voltaram

***

ana lucia

Amanda a dit…

Faziam falta *

Anonyme a dit…

Muito profundo. Bravo.
E hoje limpei carpetes e tu?

Prunella la Fuente a dit…

hoje não fiz nada de especial. . . há dias assim.
compras, chuva, raiozinho de sol nos lábios entretanto. . .

traquínia prolixa a dit…

o amor: uma construção, sempre inacabada... destinada à morte? sem dúvida. mas confinada ao coração. afinal, todos sabemos que vamos morrer daqui a pouco...
welcome back
(i missed you)
*

[=] Connata Virginallis Solís [=] a dit…

o que todos queremos são essas bocas, esses sexos, esses braços... quando falamos em amor...