[R. Avedon]
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Brincar ao amor é fingir que se acredita.
Um dia na roleta do coração.
Quando depois se lançam os dados embalam-se outras bocas, outros sexos, outros braços.
O amor: a nossa obra.
Uma perspectiva distorcida de algo inútil confinado à morte.
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6 comments:
:) ainda bem que voltaram
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ana lucia
Faziam falta *
Muito profundo. Bravo.
E hoje limpei carpetes e tu?
hoje não fiz nada de especial. . . há dias assim.
compras, chuva, raiozinho de sol nos lábios entretanto. . .
o amor: uma construção, sempre inacabada... destinada à morte? sem dúvida. mas confinada ao coração. afinal, todos sabemos que vamos morrer daqui a pouco...
welcome back
(i missed you)
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o que todos queremos são essas bocas, esses sexos, esses braços... quando falamos em amor...
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